Enquanto em Jequié o alvará de funcionamento de uma transportadora custa R$ 2.130,23, em Jaguaquara, R$ 847,20 e em Vitória da Conquista custa R$ 735,00, e uma loja de cosméticos paga pelo alvará, R$ 958,60 em Jequié, enquanto em Jaguaquara custa R$ 529,50 e em Vitória da Conquista custa apenas R$ 229,50, os comerciantes ainda têm que suportar o comércio clandestino que funciona a ceu aberto sem qualquer fiscalização.
CLANDESTINIDADE
São caminhões baús que estacionam onde querem, montam a sua loja em calçadas, praças, ruas e avenidas e vendem à vista, pix ou no cartão de crédito, (zero de inadimplência), sem gerar empregos, pagar aluguel, alvará, contador, funcionários, sem emissão de Nota Fiscal, sem obrigações tributárias e sem qualquer geração de emprego.
Um verdadeiro tapa na cara de quem todos os dias abre seu estabelecimento, com pagamento de aluguéis mais caro da região, contrata funcionários, paga imposto antecipado mesmo sem vender a mercadoria, facilita o crédito com risco de inadimplência e vive vida de atleta, correndo o mês todos para pagar seus compromissos
FISCALIZAÇÃO
O município deveria ter a sensibilidade de proteger suas divisas econômicas como forma de respeito aos comerciantes que mantém os empregos mesmo diante das crises periódicas, dos altos custos trabalhistas e a absurda taxa de impostos como o Alvará, IPTU e ISS.
Falta sensibilidade para fiscalizar e inibir o comércio clandestino que afronta o poder público e a fiscalização fazendária do estado, empurrando os lojistas locais para o abismo da falência.
Com a palavra, CDL e ACIJ que recebem dos associados para defender os interesses coletivos das classes que eles representam