Jequié é uma cidade que apresenta um déficit de infraestrutura que se reporta há décadas. Na área de pavimentação, em último levantamento breve feito no período eleitoral de 2018, cerca de 1.100 ruas de Jequié ainda se apresentavam sem qualquer tipo de pavimentação primária.
O abandono às políticas urbanas do município, contidas no PDDU-Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, que tem por objetivo geral orientar a política urbana, ordenar o pleno desenvolvimento do município e garantir as funções sociais da cidade e da propriedade urbana e o bem-estar de seus habitantes, geraram enormes consequências para o crescimento ordenado e sustentável da cidade.
Nessa gestão municipal do prefeito Zé Cocá(PP), estamos experimentando aporte representativo em investimentos na área da infraestrutura municipal, principalmente em recuperação e pavimentação de ruas, praças e avenidas, esquecidas por gestão anteriores, de décadas atrás.
Tem sido algo de muito bom que muitas comunidades estão recebendo de braços abertos e sorriso no rosto. Jequié precisa realmente de infraestrutura.
Investir em qualidade de vida é extinguir as possibilidades e as durezas sociais impostas pelas precariedades de infraestrutura, que projeta os menos assistidos à vulnerabilidade social e a condição de vida precária.
Levar asfalto, calçar ruas, construir praças, fazer pontes, abrir estradas...são ações importantes para a população, tanto que se reflete na realização do sonho daquela comunidade.
Caminhar em ruas asfaltadas, com sinalizações verticais e horizontais, sem dúvidas, é mais confortável, aprazível, e até encantador, ao ver que o presente abandonou anos de lamentações e sofrimentos. E o prefeito Zé Cocá(PP) tem feito essas ações com maestria, inclusive sendo reconhecido por muitos como o prefeito que mais pavimentou ruas em Jequié em tão pouco tempo de administração pública.
Entretanto, caminhar alegremente, numa rua asfaltada, pode, a qualquer tempo deixar para trás toda a alegria e contentamento, se aquela rua levar à um Posto de Saúde sem médico, sem medicamento e sem qualquer tipo de assistência. Agrava mais ainda o sentimento de impotência, se a busca for por medicamentos básicos de uso contínuo, como de controle à pressão arterial ou de controle de glicemia.
De nada vai adiantar a rua asfaltada ou a praça renovada, se o coração pode parar a qualquer momento por ser cardiopata. Ou o dia perder o seu brilho para o glaucoma que venceu a saúde pública municipal. De nada vai adiantar o parquinho na praça se a cadeira de rodas não se adapta ao balanço de eucalipto. Cadeiras de rodas que sentenciou mais um por falta de remédio para diabetes no Posto de Saúde.
De nada vai adiantar a rua iluminada a led, se aos olhos da mãe só resta a escuridão eterna da tristeza por ter perdido o filho por falta do pré-natal básico que não foi disponibilizado num Posto de Saúde.
Enquanto os louros são colecionados de forma festiva e vai se somando à musculatura política-eleitoral dos senhores do fogo e do poder, para trás, fica uma multidão de incapacitados, desnutridos, doentes, mutilados, estigmatizados e condenados a conviver com suas duras enfermidades, vítimas das políticas públicas que elegem a rua asfaltada em detrimento à ao direito a vida, e vida em abundância.
Nada mais maldito que desprezar o sublime dom de Deus; a vida.