A COSIP – Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública passou a ser cobrada por Zé Cocá (PP) em 2021, com a finalidade de financiar a iluminação pública do município. No entanto, isso não significa que ela seja a única fonte possível de recursos, já que o custeio também pode ser complementado com verbas próprias da prefeitura.
Conforme dados coletados junto ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, através do relatório SIGA, enviado pela prefeitura de Jequié ao órgão de controle, em 2021, logo no primeiro ano de validação da Taxa, a COSIP arrecadou R$ 1.421.860,98. Já em 2022, a arrecadação mais que dobrou, chegando a R$ 4.016.476,32.
Em 2023, a arrecadação superou a expectativa e alcançou o volume máximo já atingido, chegando a R$ 6.228.772,73. Em 2024, foram arrecadados com a COSIP em Jequié, R$ 6.550.684,39.
Neste ano de 2025, de janeiro a 30 de setembro, ou seja, em 9 meses, a prefeitura de Jequié já arrecadou R$ 4.943.540,51, equivalente a R$ 549.282,27 ao mês, superando a média mensal de 2024, que foi de R$ 519.064,39.
Mesmo com essa arrecadação crescente e expressiva, o prefeito Zé Cocá enviou para a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar n. 42/2025, que, se aprovado, pode alterar a Lei Complementar n° 2.168, de 28 de setembro de 2021 – que instituiu o Código Tributário, enquadrando os consumidores de energia elétrica que possuem sistema de geração de energia solar, para passarem a contribuir com a COSIP, sobre a demanda bruta produzida. O polêmico projeto para entrar em vigor depende da aprovação dos vereadores.
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