O atual sistema viário de Salvador é resultado de uma série de investimentos em mobilidade urbana iniciados em 2013, quando o governo estadual passou a priorizar a integração de modais de transporte de alta capacidade e a descentralização do tráfego. Entre as obras estão a Nova Rodoviária em Águas Claras, a implantação do VLT do Subúrbio, expansões do metrô e o Sistema Viário Oeste.
A mudança começou após anos de paralisação do metrô, que ficou mais de uma década sem avanços significativos sob responsabilidade da prefeitura. Em abril de 2013, o então prefeito ACM Neto e o governador Jaques Wagner assinaram o termo de transferência da gestão do metrô e dos trens do Subúrbio para o Estado. A medida foi considerada essencial para viabilizar a conclusão da Linha 1 e, posteriormente, a construção da Linha 2.
Na ocasião, Wagner destacou que a unificação da gestão permitiria maior agilidade e eficiência. “Não era razoável falar em Linha 2 sem falar em Linha 1. Agora se tem uma gestão unificada e muito mais célere. É um modelo eficiente que vai nos ajudar a resolver o problema de mobilidade urbana de Salvador e Lauro de Freitas”, afirmou. O governador também explicou que a concessão seria feita por meio de Parceria Público-Privada (PPP), modelo já utilizado no Hospital do Subúrbio e na Arena Fonte Nova.
Os investimentos somaram R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 1 bilhão do governo federal, R$ 1 bilhão em empréstimo contraído pelo Estado e o restante dividido entre a Companhia de Transportes de Salvador (CTS) e aportes privados.
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