A Câmara de Vereadores de Jequié aprovou por unanimidade, nesta terça-feira, 25/07, na 21ª Sessão Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da 23ª Legislatura, o requerimento apresentado em pauta pela vereadora Moana Meira (PSD), convocando a presença do Secretário Municipal de Saúde de Jequié, Marlon Pereira, que deverá ser interpelado sobre os problemas decorrentes do TFD – Tratamento Fora do Domicílio, os quais os usuários do sistema vêm enfrentando constantemente.
PROBLEMAS RECORRENTES
O Sistema de Tratamento Fora do Domicílio tem sido alvo de inúmeras críticas por parte da população de Jequié, aqueles usuários do sistema como também os familiares ou amigos que acompanham os pacientes do SUS que buscam atendimentos especializados que não são ofertados pela rede municipal de saúde de Jequié.
Ocorrências como acidentes de trânsito envolvendo os veículos do TFD de Jequié, com consequências de vítimas fatais e outras sequeladas até hoje, carga horária alongada para os motoristas sem o devido descanso, de acordo com as denúncias já ocorridas, velocidade excessiva nas viagens, alimentação escassa, maus tratos aos pacientes, são alguns dos fatos que deverão ser esclarecidos pelo secretário da pasta, mediante os questionamentos dos vereadores.
Outro fato que chamou a atenção da imprensa baiana e que deve ser elencado nas objeções dos vereadores é o contrato milionário efetivado entre a prefeitura de Jequié e a empresa Maracás Viagens, que ultimamente foi renovado com a empresa, no valor de R$ 4.526.077,00 (quatro milhões quinhentos e vinte e seis mil e setenta e sete reais), tendo como prazo de vigência 09 (nove) meses, período compreendido entre 20.05.2025 a 14.02.2026.
Para além dos questionamentos dos vereadores, bem que o secretário de saúde de Jequié deveria aproveitar a oportunidade legislativa e acabar de vez com o mistério que ronda sobre a propriedade do ônibus clonado, locado pela secretaria de saúde, que hoje completa 2 anos, 1 mês, 1 semana, 3 dias que o silêncio ensurdecedor da Secretaria de Saúde, da Prefeitura de Jequié, do Conselho Municipal de Saúde, da Câmara, do Miunistério Público e da justiça, impera sobre esse fato até hoje.
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