A indicação do vice-prefeito na chapa majoritária não é só um gesto de aliança sincera como também a demonstração do reconhecimento político, alicerçado no respeito e na reciprocidade.
São inúmeros os Aliados políticos de Zé Cocá que muito o ajudaram no desempenho de suas ações como gerente na administração pública de Jequié, que poderiam ter o pleno direito de indicar um nome de vice para compor a chapa encabeçada pelo atual prefeito.
LEUR LOMANTO JÚNIOR
Um dos mais expressivos apoiadores de Zé Cocá, o Deputado Federal Leur Lomanto Júnior, que enviou para a gestão, mais de R$ 75 milhões em emendas pix, aporte financeiro indispensável e que permitiu a realização de 90% das obras de pavimentação e construção de pracinhas, seria um dos que teria direito pleno de indicar o vice. Não indicou e ainda teve que assistir ao descuido de Zé Cocá para com seu representante na Câmara Municipal, vereador Gutinha, pouco prestigiado pela gestão e que terá pela frente a dura missão da reeleição sem o devido abraço do alcaide.
ACM NETO
E ACM Neto? Aquele que Zé Cocá apostou todas as fichas na vitória ao governo do Estado? ACM Neto sempre elogiou Zé Cocá e possuiu linhas de pensamentos muitos parecidas, alinhadas à direita conservadora e seguidora do Bolsonarismo, muito forte na elite do agronegócio. Neto segue foi consultado. E se foi, o que ele disse se espalhou ao vento Rei dos Moinhos, pelas montanhas a fora.
JOÃO LEÃO
E o Deputado Federal João Leão, padrinho político de Zé Cocá e que também enviou emendas para Jequié e foi um dos principais articuladores no racha do prefeito com o governo do Estado, seria outro nome expressivo que poderia indicar o vice.
CACÁ LEÃO
Cacá Leão também faz parte do rol de políticos com grande influência sobre Zé Cocá e teria também o seu merecido espaço para indicar o vice.
HASSAN DE ZÉ COCÁ
O Deputado Estadual Hassan de Zé Cocá, afilhado do prefeito candidato a reeleição, teria também o seu merecido espaço para trazer, quem sabe, alguém nome do legislativo municipal para compor a chapa. Sequer foi ouvido.
VEREADORES DA BASE
E por falar em Legislativo Municipal, o bloco de vereadores que carregou a gestão de Zé Cocá nas costas, sustentaram o governo diante de inúmeros projetos de lei , considerados impopulares e polêmicos, que foram aprovados na velocidade da luz, sempre coroados de amém, hoje vivem fatigantes com o julgamento popular em outubro, que pode ameaçar a permanência de muitos na Casa de Leis.
Foi um duro golpe ter desdenhado da indicação do vereador Colorido (PP), para compor a chapa na condição de vice, almejado e sugerido por aqueles que lamberam sal e beberam areia em nome do voo político livre de Zé Cocá.
Não adiantou os apelos, os gestos, os acenos, as inclinações de reverência ao vaidoso magistral. Cocá, acima de tudo e de todos, impôs seu sobrinho, ex-sócio, gente da família, de dentro de casa, da confiança indiscutível acima de qualquer outro nome, para ser o seu vice, o futuro prefeito, quem sabe. Flavinho sem esforço, sem conhecimento algum em administração pública, sem experiência política, venceu a todos graças a vontade soberana de Cocá.
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