Segundo informações obtidas com boa parte dos barraqueiros que pagaram para ter o direito de comercializar bebidas, comidas e lanches no circuito da Praça da Bandeira, a experiência desse ano não foi das melhores, se resumindo a prejuízos obtidos por quase a maioria dos comerciantes consultados.
Ouvida pela reportagem, uma barraqueira que sempre trabalhou em todas edições do São João de Jequié e tem a liderança dos outros comerciantes do setor, além da falta de dinheiro no mercado, houve falhas no controle de entrada de pessoas ao circuito da festa, permitindo que muitas pessoas entrassem com sacolas de bebidas e lanches, principalmente pelo portal instalado na rua Gerônimo Sodré, além do camarote que distribuiu bebida grátis.
REAJUSTE
Esse ano, a organização da comercialização dos espaços do São João de Jequié ficou a cargo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico mesmo com a terceirização do espaço. Como relação aos preços praticados, a taxa de funcionamento que foi de R$ 1.400,00 no ano passado, este ano foi elevada para R$ 1.750,00, aumento de mais de 20%. Fator que deve ter colaborado para os prejuízos apontados pelos barraqueiros.
