Parece mesmo que vai ficar para os anais da história das gestões públicas de Jequié, o caso do ÔNIBUS CLONADO, contratado e pago com recursos públicos pela Prefeitura de Jequié, para fazer o transporte oficial de pacientes da Secretaria Municipal de Saúde, em tratamento fora do município.
O enigma supera as mais prestigiadas séries de investigação criminal. A comunidade de Jequié aguarda ansiosa a chegada, talvez, do detetive James Gordon, sempre determinado a limpar a corrupção. Quem sabe sua expertise ajude a desvendar o mistério do ônibus Clonado, já que não houve pronunciamento do Ministério Público, da Câmara de Vereadores, da OAB e muito mesmo de Conselhos e Associações.

LEMBRANDO O FATO
O micro-ônibus que saiu de Jequié na segunda, 10/04 e retornaria dia 11/04, ao passar pelo posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal de Feira de Santana, por volta das 20h, após determinação de parada obrigatória para fiscalização padrão, foi constatado pelo Sistema da PRF, que o veículo modelo micro Ônibus, locado pela prefeitura de Jequié para transportar os pacientes do TFD, foi parado e contatado que se tratava de um veículo clonado.
Diante das irregularidades encontradas pela Polícia Rodoviária Federal, o veículo foi apreendido, conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Feira de Santana, juntamente com o motorista, condutor do micro-ônibus e que possivelmente prestou esclarecimentos a respeito da real propriedade e o responsável pela adulteração da placa do veículo. Sendo que essas informações contidas no Boletim de Ocorrência da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Civil da Bahia, Delegacia Regional de Feira de Santana, não são de conhecimento da comunidade jequieense.