Continua sem qualquer providência por parte de Secretaria de Infraestrutura de Jequié, a ponte construída no fundo do antigo Colégio Dinâmico que liga os bairros São Luiz e São Judas Tadeu. Durante a construção não houve a colocação da placa de Identificação da Obra com os dados técnico da construção, empresa contratada, valor da obra, início e término da conclusão.
Caminhões, ônibus, caçamba, caminhonetes, carros de passeio, motos, bicicletas, carroças e pessoas continuam a utilizar a ponte como meio de acesso para driblar o intenso fluxo de veículos na rua Antônio Orrico, que costuma congestionar em períodos de pico. A secretaria precisa emitir laudo técnico que garanta a segurança na utilização da ponte por quem por ela trafega.

A estrutura robusta não suportou a forma empregada na construção da ponte, que foi utilizado o sistema de estacas secantes, em que se aplica estacas para suportar o empuxo de terra causado pelo aterro de chegada ao pontilhão. Para suporte dos esforços da mesoestrutura, foi executada uma viga de coroamento sobre as estacas.

A utilização de manilha de concreto como camisa, é uma adequação técnica, contudo, requer um rigor executivo mais adequado para evitar o desconfinamento e carreamento do solo.

Nota-se na estrutura, patologias nas alas ocasionadas certamente pela inexistência de dispositivos de drenagem e de um revestimento impermeável sobre a faixa de rolagem.
Além disso, nota-se que houve variações de nível ao longo do período de utilização e que já apresentam ausência de concreto entre as manilhas.

Com todos esses problemas na execução da obra, a estrutura cedeu em uma das cabeceiras e foi interditado um dos lados da estrutura.
Antes de analisar o possível problema técnico é necessário que a Secretaria de Infraestrutura responda para os munícipes, aqueles que pagaram a construção daquela ponte, algumas dúvidas:
1 - Quanto custou aquela obra?
2 - De quem é a responsabilidade técnica?
3 - Quem vai pagar aquele prejuízo?
4 - Quando será consertada?