O funcionalismo público é fundamental para o funcionamento das repartições e órgãos públicos. É a primeira linha de contato do cidadão com a gestão pública, que deve oferecer, com qualidade, serviços indispensáveis para facilitar a vida da população.
Em diversas secretarias do município estão a frente os servidores efetivos, aqueles comprometidos com as políticas continuadas de governo. Do zelador ao diretor de departamento, eles são os soldados da gestão pública, que zelam, defendem e conhecem as necessidades de grande parte do público atendido e faz fluir o fluxo dos serviços disponibilizados em todos os departamentos, com esmero respeito e dedicação.
Não diferente, os REDAS, Terceirizados e Estagiários, também contribuem de forma bastante positiva para o bom andamento das atividades públicas.
O calcanhar de Aquiles é uma pequena parcela de cargos comissionados, nomeados sem meritocracia, resíduos da política partidária, herança dos paus de bandeira, dos aplausos a todo momento, do “muito bem doutor”, do “diferenciado”, do “barril dobrado” e tantos outros clichês, que se comportam como um corrimento advindo da piometra, contaminando o tecido político administrativo da gestão e principalmente a relação com a gestão pública.
Essa pequena e insignificante fração dessa facção, atua initerruptamente 24h por dia, em grupos de WhatsApp e no Instagram, defendendo a gestão municipal de qualquer crítica que possa surgir, até mesmo do mais simples cidadão que apenas pede, de forma humilhante, a varrição da rua onde mora, e logo é pisoteado, defenestrado, amaldiçoado pela milícia digital.
São nomes completamente desconhecidos da sociedade, anônimos, exatamente por não possuírem sequer um só serviço prestado em qualquer parte comunidade da cidade. São ervas daninhas que surgem no lamaçal partidário, como pragas que infestam os ambientes sociais, apedrejando vereadores, autoridades, professores, governadores, qualquer um que não se curve ao seu senhor Feudal.
As células de cada núcleo da milícia digital são sistematicamente e estrategicamente implantada em cada secretária chave do município, cada uma com sua missão bem definida. São bem pagos com o dinheiro do cidadão pagador de imposto, que trabalha duro, mas, o sistema também usa do recurso público para nutrir, arregimentar, fortalecer a atuação desses bacilos, com ferocidade impiedosa.
Uma carga de nutrição que mensalmente é injetada nesses microrganismos, como forma de mantê-los sempre a serviços do caos político, é uma porção valiosa denominada RTI, gratificação por regime de trabalho integral, pago com dinheiro do cidadão, para que eles atuem também nas madrugadas a dentro, nas repartições públicas, nos partidos políticos, nos clubes de serviços, na associações de bairro, nos grupos das comunidades diversas, a exemplo do comércio, indústria e serviços, as vezes disfarçados em centenas de perfis falso, conhecidos como Fake, onde, mascarados, injetam o veneno letal da veia do alvo, dos filhos, da família e até mesmo no trabalho, sob a meta de exterminar qualquer um.
O ANTÍDOTO
Para combater esses organismos maléficos é necessário denunciá-los à justiça, identificá-los em seus ambientes de atuação, neutralizá-los e retirá-los de circulação, comunicando a todos a sua presença e suas reais intenções. Esses vírus sociais existem para promover a desordem, o linchamento público de qualquer cidadão com objetivo de acobertar os erros nas repartições públicas e os maus tratos aos cidadãos.