Estão sendo comum as agressões que estão ocorrendo em redes sociais em Jequié, através de aplicativos de mensagens, a exemplo do WhatsApp. De um grupo local, com a participação de mais de 146 membros de variados segmentos, de operários à políticos, recebemos prints das agressões à um Professor do Sistema Municipal de Ensino de Jequié, que ao reivindicar melhorias na educação municipal, foi severamente atacado por apoiador da atual gestão, ligado ao grupo político do Prefeito Zé Cocá (PP), ao dizer que “pela sua escrita, vejo o nível de professores que vocês são”, generalizando a classe educacional de Jequié, como de má formação.

As agressões seguem incitando o conhecimento básico do professor, afirmando que "aposto que o professor não sabe a letra do Hino da Bandeira, e que não prosseguirá com o debate com um professor que nem escrever sabe".
Os erros de digitação no aplicativo WhatsApp são comuns visto que várias palavras são autocompletadas pelo próprio aplicativo no momento da digitação, tanto que foi implantada pelo aplicativo, a função editar, em razão dos vários erros de escrita do aplicativo.
Em quase todos os grupos de WhatsApp da cidade são registrados casos de defesa da gestão de forma agressivas e desrespeitosas, principalmente quando a pauta envolve saúde pública, infraestrutura, serviços públicos e educação.

Alguns personagens, inclusive da secretaria de educação, são notáveis defensores da gestão, de forma agressiva, preconceituosa e jocosa, atingindo a honra de quem busca seus direitos como cidadão. São agressões feitas a qualquer custo e a qualquer hora, mesmo em horários de expedientes, o que com certeza, compromete a produtividade e a ética profissional do serviço público.
É preciso que o gestor público oriente seus cargos comissionados à respeitar a sociedade jequieense, e que não façam das redes sociais verdadeiros rinques, onde as ríspidas defesas pela gestão, estão sempre acima da opinião contrária, dos direitos de liberdade de opinião e expressão, do equilíbrio das relações interpessoais e acima de tudo, da Constituição Federal do Brasil.