A gestão do prefeito Zé Cocá (PP), segundo a opinião popular, já se consolidou como a gestão do arrocho fiscal, após instituir as maiores taxas e tributos da história de Jequié.
Para se ter um panorama, a taxa de funcionamento para uma empresa que atua no ramo varejista de Posto de Combustível, em Vitória da Conquista é de R$ 490,00. Em Jaguaquara R$ 1.588,50 e em Jequié, esse valor chega a R$ 4.793,02.
Esse cenário não é distante de outros ramos de atividades. Entretanto, não se vende combustível em praça pública, de forma improvisada. Mas, no ramo moveleiro isso tem sido uma constante em Jequié.
Vendedores itinerantes, trazem e expõem à venda, em plena praça pública, produtos fabricados em outras cidades e colocam a disposição da população, livres de emissão de notas ficais no ato da venda. Sem falam que não proporcionam a geração de empregos e recolhimentos de taxas e impostos para os cofres do município.
Enquanto a CDL e ACIJ, diuturnamente, tentam convencer os consumidores locais da necessidade de fazer compras no comércio de Jequié, sob a fundamentação de que essa escolha dos clientes, fortalece a economia local, assegura os empregos de milhares de comerciários, além de gerar renda para o município, esse tipo de exploração praticada de forma clandestina por vendedores ambulantes de móveis em espaços públicos, que não são fiscalizados e cobrados por suas obrigações tributárias, só nos leva a crê que exista algum tipo de proteção ou conivência, que lhe permite a tranquilidade de não serem importunados por aqueles que deveriam cumprir suas obrigações, até mesmo em respeito aos lojistas locais que pagam alvará, ICMS, Salários, FGTS, INSS, Locação do imóvel, consumos de água e energia elétrica, profissionais contábeis, etc.
Com a palavra a ACIJ, a CDL e o setor de Tributos da prefeitura de Jequié.