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Senadores de oposição e outros alinhados com o governo discutem nõ votar a escolha do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a vaga do ministro Marco Aurélio, que se aposenta do Supremo Tribunal Federal (STF), em julho. As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

A ideia dos senadores é ignorar a indicação do presidente, caso ela não se encaixe no perfil desejado pelos parlamentares, como é o caso do favorito a vaga, André Mendonça, atual ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU). Feito isso, a justificativa seria a de que o Senado tem outras prioridades.

Essa foi a alternativa encontrada para não votar contra a indicação do presidente, já que assim, Bolsonaro poderia indicar outro na sequência.

Bolsonaro já indicou o ministro Kassio Nunes Marques para a vaga de Celso de Mello, que se aposentou no ano passado. No atual mandato, Bolsonaro tem direito a mais uma indicação, o que senadores querem evitar.

A ideia é inspirada no que o Senado americano, que ignorou por 293 dias o nome de Merrick Garland, indicado por Barack Obama em seu último ano de mandato, para o Supremo. A indicação expirou e Donald Trump indicou o conservador Neil Gorsuch em seu primeiro ano como presidente eleito, em 2017.

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