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Depois de ter um crescimento tímido no segundo semestre de 2020, a economia brasileira continuou crescendo em ritmo lento e teve alta de 2,3%.

Grande parte desse crescimento se concentrou nos meses de Janeiro e Fevereiro deste ano, mas teve uma queda no mês de março, quando a pandemia voltou a impor novas medidas de restrição ao mercado de trabalho.  Em relação à fevereiro, houve uma queda de 1,6%.

De acordo com o IBGE, o setor de serviços, que representa cerca de 70% do PIB, caiu 4% em março e voltou a ficar abaixo do nível pré-pandemia. Já a produção industrial caiu 2,4% naquele mês, devido à paralisação de diversas fábricas por conta da falta de insumos, como peças e componentes.

O tombo na atividade em 2020 foi concentrado no segundo trimestre, quando o IBC-Br registrou baixa de 9,8%. Desde então foram três trimestres de retomada cada vez mais lenta, com 8,1% de alta no terceiro trimestre, 3,2% no último trimestre de 2020 e, finalmente, 2,3% no primeiro de 2021.

A expectativa do mercado é que o ano seja de recuperação. De acordo com o relatório Focus, a projeção de atores do mercado financeiro é de uma alta no PIB de 3,2%. Essa é a mesma expectativa do Ministério da Economia.

O Banco Central é um pouco mais otimista e prevê crescimento de 3,6% para este ano. O Fundo Monetário Internacional (FMI) compartilha da mesma projeção.

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