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A participação do ex-ministro da Saúde e General da ativa do Exército, Eduardo Pazuello, em uma manifestação a favor do Presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) no Rio de Janeiro, provocou diversas reações de militares da ativa e da reserva.

O General Carlos Alberto dos Santos Cruz, que foi ministro do governo Bolsonaro, classificou o episódio como “mau exemplo para o Brasil.”

O Ex- Ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse em um grupo do WhatsApp considerou o episódio “Gravíssimo”.  “O ato do general Pazuello de subir no palanque com o presidente da República é gravíssimo. Representa uma lesão e um desrespeito ao regime disciplinar do Exército. E exige que as forças democráticas se manifestem. Essa hora não é hora de calar. Por que, se ultrapassar desse limite, qualquer sargento, tenente ou capitão poderá fazer o mesmo. Isso representa a implosão da hierarquia e da disciplina militares que até aqui permaneceram incólumes a tudo isso. Portanto, o meu pedido é que falem. Não se pode aceitar que essa linha não pode ser ultrapassada.” disse Jungmann no WhatsApp.

Hoje (24), o Vice-Presidente Hamilton Mourão (PRTB) disse em entrevista a jornalistas que Pazuello entende que cometeu um erro ao participar do evento.

-Eu já sei que o Pazuello já entrou em contato com o comandante informando ali, colocando a cabeça dele no cutelo, entendendo que ele cometeu um erro. Disse Mourão.

Segundo o regulamento do Exército, comete uma transgressão disciplinar o militar que se manifestar, publicamente, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária. Também são vedadas manifestações coletivas de caráter político aos militares da ativa.

Até o momento, o exército não se manifestou formalmente sobre o episódio.

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