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O Governo Federal calculou errado as previsões a respeito da crise hídrica e os benefícios do horário de verão para a economia de energia elétrica e para o Operador Nacional de Energia Elétrica. A escolha por uso das termelétricas, que poluem mais e gera um custo mais alto para o governo, fez com que os custos de geração de energia fossem repassados para os consumidores. Até o momento, a conta de energia já teve aumento de 59% e tem expectativa de ficar ainda mais cara nos próximos meses.

Por conta do uso das termelétricas os custos pela utilização destas estão sendo diluído na conta de energia elétrica do trabalhador e, segundo especialistas, este aumento será mantido até 2025. Até novembro o uso das termelétricas vai custar cerca de R$13,1 Bilhões. O governo federal acionou todas as usinas termelétricas em maio para evitar racionamento de energia.

Na época, a Agencia Nacional de Energia Elétrica- ANEEL, tinha colocado em prática a bandeira tarifária vermelha 1, com custo de R$4, 16 para cada 100 quilowatts/hora consumido. Já no final de agosto, a ANEEL anunciou uma nova bandeira tarifária, chamada de “bandeira escassez hídrica” com valor de R$14,20 por cada 100 quilowatts/hora, um aumento de quase 50% a mais que a bandeira tarifária 2 que era até o momento a mais cara e tem o valor de R$9,49 por cada 100kWh.

A previsão da Aneel é de que a bandeira escassez hídrica vigore até 30 de abril de 2022, mas o Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque já afirmou que não há previsão para quando a crise vai terminar.

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