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A justiça do Rio de Janeiro determinou na noite desta terça(31) a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos). A determinação é fruto de um inquérito que investiga indícios de que o Vereador teria cometido Peculato- Crime que consiste na subtração ou desvio, por abuso de confiança, dinheiro público por funcionário público- em seu gabinete na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

O ministério Público do Rio de Janeiro confirmou que o inquérito que apura a contratação de supostos funcionários fantasmas e da prática de “rachadinha” no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro tramita, em sigilo, na 3ª promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do núcleo Rio de Janeiro. O tribunal de Justiça do Rio também confirmou que as quebras foram deferidas no dia 24 de maio.

O inquérito teve início após reportagem publicada pelo O Globo que revelou que Carlos empregou sete parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro e sua madrasta. Os dois admitiram à reportagem nunca ter trabalhado para o vereador, embora estivessem nomeados. Segundo levantamento do GLOBO, Carlos Bolsonaro empregou no total 17 pessoas com laços familiares no gabinete na Câmara do Rio, desde 2011.

Na manhã de hoje (01) o Vereador se manifestou sobre a quebra de sigilos por meio do Twitter. Carlos afirma que “na falta de novos, requentam os velhos” que, segundo ele, “não chegaram a lugar nenhum” no gabinete do parlamentar. Outras 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados.

 

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