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Governadores de 20 estados mais o Distrito Federal, divulgaram uma nota em resposta ao Presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) sobre o preço dos combustíveis que já é comercializado a R$7 em algumas cidades. Nos ultimos meses, o presidente vem jogando a culpa do aumento dos combustíveis para os governadores, afirmando que o preço do combustível tem aumentado por conta do ICMS, imposto estadual que é parte do preço da gasolina e de outros produtos e serviços.

O Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços- ICMS é um imposto estadual sob administração estadual brasileiro. A arrecadação advinda desse tributo é encaminhada para os estados e usado por eles para as diversas funções, como educação, saúde, segurança, infraestrutura e outras áreas.

Em nota, os governadores afirmam que nos últimos 12 meses “o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, mesmo que nenhum dos estados tenha aumentado o valor do ICMS”. Leia abaixo a nota completa assinada pelos governadores:

Os Governadores dos Entes Federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum Estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período. Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema.

  • Rui Costa (Bahia)
  • Cláudio Castro (Rio de Janeiro)
  • Flávio Dino (Maranhão)
  • Helder Barbalho (Pará)
  • Paulo Câmara (Pernambuco)
  • João Doria (São Paulo)
  • Romeu Zema (Minas Gerais)
  • Ronaldo Caiado (Goiás)
  • Mauro Mendes (Mato Grosso)
  • Eduardo Leite (Rio Grande do Sul)
  • Camilo Santana (Ceará)
  • João Azêvedo (Paraíba)
  • Renato Casagrande (Espírito Santo)
  • Wellington Dias (Piauí)
  • Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte)
  • Renan Filho (Alagoas)
  • Belivaldo Chagas (Sergipe)
  • Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul)
  • Ibaneis Rocha (Distrito Federal)
  • Waldez Góes (Amapá)

Sete governadores não assinaram a carta: Carlos Moisés (Santa Catarina); Ratinho Júnior (Paraná); Mauro Carlesse (Tocantins); Marcos Rocha (Rondônia); Antonio Denarium (Roraima); Wilson Lima (Amazonas); e Gladson Cameli (Acre).

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