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A Polícia Federal realizou hoje (02) a operação sangria, que tem como objetivo a investigação sobre a contratação de uma empresa para construção de um hospital de campanha no estado do Amazonas. Segundo a PF, há indícios de favorecimento a um grupo de empresários com o aval da alta cúpula do governo Amazonense. Ao todo, são 25 mandados de busca e apreensão. Os policiais estiveram na casa do Governador do Amazonas, Wilson Lima(PSC). Lima enfrentará ainda hoje, um julgamento no STJ, que investiga a compra de respiradores. Se a denúncia for aceita, tanto o Governador, quanto o seu Vice Carlos Almeida(PSDB), poderão ser afastados.

Segundo as investigações, há indícios de que funcionários do alto escalão da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas realizaram contratação fraudulenta para favorecer grupo de empresários locais, sob orientação da cúpula do governo do estado.

As irregularidades envolvem um hospital de campanha. Segundo as investigações, o local não atende às necessidades básicas de assistência de combate à Covid e ainda coloca os funcionários em risco de contaminação.

Os investigados devem responder por crimes de fraude à licitação, peculato e pertencimento a organização criminosa. As penas podem chegar a 24 anos de reclusão.
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